Este é o blog de português do IES Rodriguez Moñino de Badajoz! Aqui podes encontrar muitas atividades e iniciativas da relacionadas com a disciplina de língua portuguesa na nossa escola. Segue-nos através deste espaço!
Depois de aprendermos o vocabulário sobre a casa em língua portuguesa, descobrimos com esta atividade que, nas turmas de 1ºESO, há gente cheia de imaginação e ideias revolucionárias sobre arquitetura!
O trabalho era fácil e não necessitava jeito para o desenho, apenas vontade de participar!Quem participou tem aqui o seu trabalho reconhecido, tal como a nota de qualificação do seu trabalho!Parabéns a todos os que participaram e foram responsáveis, entregando os trabalhos terminados a tempo e horas!
Em sociologia, as "tribos urbanas" são grupos de pessoas que se caracterizam por um determinado estilo ou atitude perante a sociedade. São muito comuns na época da adolescência e, no âmbito de uma língua estrangeira, ajudam-nos a conhecer vocabulário sobre o dia-a-dia da sociedade e, por exemplo, aprofundar conhecimentos sobre roupa e acessórios.
Antes de vermos as seguintes imagens, e tentarmos descobrir a que "tribo urbana" pertencem, lembra-te que o respeito e a diversidade são fundamentais numa sociedade democrática, gostemos ou não gostemos de um determinado estilo ou grupo de indivíduos.
"Empratar" é o verbo que se usa para preparar a apresentação do prato que se serve num restaurante, por isso, para além do paladar, parece que a apresentação da comida conta muito. Por isso, e já que os cozinheiros, tal como os programas de cozinha, estão na moda, vamos ver imagens de gente que se dedica (ou finge que se dedica) ao mundo da gastronomia.
Aproveita e faz a sua descrição física, se é alto ou baixo, gordo ou magro, loiro ou moreno, etc. Vamos a isso!
Aqui temos uma receita simples, fácil de fazer e bem deliciosa! É um dos doces mais conhecidos da gastronomia portuguesa e, provavelmente, até já o provaste em alguma das tuas visitas a Portugal.
Pode um gesto inocente do dia-a-dia desencadear um incêndio como o que imaginamos para salvar os nossos bens materiais mais queridos? Parece que sim.
Pode ser uma situação que nos faz rir, talvez de tão absurda que nos parece, mas esta notícia é real e há umas quantas idênticas que podes encontrar na imprensa por esse mundo fora.
Clica na seguinte link e fica a conhecer a história:
"Sementes do Impossível", da autoria do grupo de rock português Xutos&Pontapés, é a banda sonora do filme "Índice Médio de Felicidade", uma adaptação à sétima arte do romance homónimo da autoria do escritor David Machado. A sua letra capta perfeitamente o espírito da obra e ajuda-nos a melhorar os nossos conhecimentos de língua portuguesa e, quem sabe, desse grande desconhecido que é a vida...
Vê o videoclip e depois faz as atividades propostas. Presta atenção a algumas situações que te dão a conhecer mais algumas personagens para além do Daniel, essa personagem de não desiste de acreditar no futuro, ou, se quiseres, "semear o impossível"!
No dia 31 de Janeiro celebra-se o DIA MUNDIAL DO MÁGICO.
Hoje vamos fazer magia e vamos conhecer o mágico português: MÁRIO DANIEL.
Mário Daniel nasce na cidade de Peso da Régua, uma cidade que está perto do
rio Douro, em 1980. Quando fez 6 anos, ofereceram-lhe uma pequena caixa de
magia. Aos 12 anos começa a aprender esta arte através do livro “Magia Teatral”
de Martins de Oliveira. É licenciado em Educação Física mas sempre se
dedicou à magia.
Em 2010 estreia na televisão portuguesa o programa “Minutos Mágicos” como apresentador
e mágico, tendo sido líder de audiências. Iniciou em 2012 a sua digressão pelos Teatros do país com o inovador e
original espetáculo "Fora do
Baralho".
Consegues imaginar o que é surfar uma onda de quase 40 metros? Parece uma coisa impossível, não parece? Mas, depois do pioneiro Garreth McNamara, o surfista português Hugo Vau, atleta da equipa da Mercedes, conseguiu surfar uma onda assim! Chamam-lhe uma "Big Mamma" e, segundo ele, só foi possível graças a um trabalho de grande resistência e equipa! Vamos conhecer a sua história nesta entrevista do canal de televisão português SIC.
"Que tipo de amigo és?" é um este da revista "Visão Júnior" (uma revista super-fixe recomendada pelo "Ler +, Plano Nacional de Leitura" português) que te vai ajudar a saber o tipo de amizade que ofereces aos teus amigos! Também é uma boa forma de treinares a leitura e aprenderes novo vocabulário!
David Machado é um reconhecido escritor português, autor de
vários romances e livros de literatura infantil. Já recebeu alguns prémios e no
ano passado viu o seu romance "Índice Médio de Felicidade"
adaptado ao cinema.
Um livro que me faz pensar. Se
chegar ao final do livro e não tiver perguntas, esse livro é um livro falhado.
Se só me der respostas, não serve para nada. Não preciso de respostas. Quero um
livro que me dê perguntas. Acho que um livro tem sempre de ter espaço para que
o leitor o preencha com as suas próprias emoções, os seus pensamentos, a sua
experiência. Um livro que não deixa esse espaço não serve mesmo para
nada.
Qual foi o último livro que
leu e o que achou dele?
Foi um livro de uma escritora
inglesa, Ali Smith, que acho que ainda não está publicado em Portugal.
Chama-se How to Be Both. Achei extraordinário.
Incrível, mesmo. É uma referência a várias coisas: como conseguimos ser velhos
e novos, homem e mulher dentro da mesma pessoa, estar aqui hoje e termos dentro
do corpo todas as memórias e experiência dos nossos antepassados. Como
conseguimos viver neste tipo de equilíbrios. E é um livro que tem muito a ver
com a arte. O que é? O que vem primeiro e depois? Se olharmos para um quadro,
somos nós que lhe damos sentido ou foi o pintor? É muito, muito bom.
Costuma planear todos os
detalhes do que escreve ou deixa-se levar pelo momento?
Eu penso muito antes de
começar a escrever. Quando começo finalmente a escrever o texto, sei muito bem
para onde quero ir. Não quer dizer que depois vá por esse caminho. Normalmente
até não vou. Isso é aquilo que é mais estimulante na escrita: chegamos a
lugares do nosso pensamento aos quais não chegaríamos só a pensar. A associação
de palavras e a frase escrita à nossa frente normalmente despertam outro tipo
de ideias. Mas quando me sento, normalmente tenho uma série de lanternas que me
vão iluminando o caminho. Não quer dizer que saiba necessariamente o final da
história, mas sei mais ou menos para onde é que aquilo me leva.
Que título daria a um livro
sobre a sua vida?
Só me lembro de um título que
uma vez me apareceu na cabeça para um possível romance mas que eu gostava que
fosse o título do livro da minha vida: Vida Mais Longa. Pelo
simples facto de que queria dizer que eu ia viver muito. E eu gosto de viver.
A ideia original era escrever
sobre três amigos e tinha mais a ver com o suicídio, com alguém a quem as
coisas não estão a correr bem e quer desistir. Depois, à medida que fui
construindo as personagens, esta questão da felicidade meteu-se porque, na
verdade, é um tema que me é muito próximo há muitos anos. Acabou por se tornar
um livro sobre um homem em crise em tempos de crise, o que o leva a questionar
tudo: a sua própria vida, a felicidade, os planos para o futuro, a sua
esperança, os seus valores e se vale a pena continuar, o que tem a ver com a
ideia inicial que eu tinha. Acabou por ser um ponto de encontro entre vários
temas e ideias: a felicidade, o altruísmo, a crise económica…
Qual é a pior parte de ser
escritor?
Tem a ver com a questão do
retorno monetário. O nosso país é muito pequeno e as pessoas não leem tanto cá,
não compram tantos livros como em outros países pequenos. Por exemplo, na
Holanda vendem-se muitos livros e eles até são menos que nós. É difícil viver
dos direitos de autor. Por muito que eu goste de ir falar às escolas e dar
entrevistas, preferia fazer menos tudo isso e ter mais tempo para dedicar aos
livros. Mas não tenho muitas queixas em relação ao meu trabalho. Adoro o que
faço. Sei que sou um sortudo.
Que conselhos dá a
eventuais aspirantes a escritor?
O que costumo dizer nas
escolas aos miúdos é que, antes de mais, têm de ler. E têm de ler muito. Acho
que há muita gente que quer e gosta de escrever, mas não lê muitos livros e não
lê diferentes tipos de livros e não tenta ler livros que sejam mais exigentes
do que o tipo a que estão habituados. E depois é preciso escrever muito. Há
muita gente que escreve um conto ou dois e fica logo satisfeito, a pensar que
poderia publicar qualquer coisa. Temos de escrever 20, 30, 40 contos. Temos de
escrever três romances até acertarmos. Não fiquem satisfeitos à primeira. É
importante falhar para percebermos como podemos fazer melhor.
A 5ª
edição do CIL já está a decorrer na rede de Ensino Português no
Estrangeiro (EPE). Terminará com a fase final a 10 de junho de 2018 em
Portugal.
A participação na 5ª Edição do Concurso Internacional de Leitura (CIL) está aberta aos alunos que aprendem português.
O CIL
insere-se no Plano de Incentivo à Leitura deste instituto e é
novamente desenvolvido em parceria com o Plano Nacional de Leitura 2027
(PNL2027) e outros parceiros, com os objetivos centrais de estimular o
treino da leitura e de desenvolver competências de expressão escrita e
oral.