terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

As nossas casas de sonho (Atividade de 1º ESO)

Depois de aprendermos o vocabulário sobre a casa em língua portuguesa, descobrimos com esta atividade que, nas turmas de 1ºESO, há gente cheia de imaginação e ideias revolucionárias sobre arquitetura! 

O trabalho era fácil e não necessitava jeito para o desenho, apenas vontade de participar! Quem participou tem aqui o seu trabalho reconhecido, tal como a nota de qualificação do seu trabalho! Parabéns a todos os que participaram e foram responsáveis, entregando os trabalhos terminados a tempo e horas!



















terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

As "Tribos Urbanas" em português

Em sociologia, as "tribos urbanas" são grupos de pessoas que se caracterizam por um determinado estilo ou atitude perante a sociedade. São muito comuns na época da adolescência e, no âmbito de uma língua estrangeira, ajudam-nos a conhecer vocabulário sobre o dia-a-dia da sociedade e, por exemplo, aprofundar conhecimentos sobre roupa e acessórios.

Antes de vermos as seguintes imagens, e tentarmos descobrir a que "tribo urbana" pertencem, lembra-te que o respeito e a diversidade são fundamentais numa sociedade democrática, gostemos ou não gostemos de um determinado estilo ou grupo de indivíduos

Vamos a isso!







quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

Na arte de cozinhar a aparência do prato conta muito!

"Empratar" é o verbo que se usa para preparar a apresentação do prato que se serve num restaurante, por isso, para além do paladar, parece que a apresentação da comida conta muito. Por isso, e já que os cozinheiros, tal como os programas de cozinha, estão na moda, vamos ver imagens de gente que se dedica (ou finge que se dedica) ao mundo da gastronomia.
Aproveita e faz a sua descrição física, se é alto ou baixo, gordo ou magro, loiro ou moreno, etc. Vamos a isso!





terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

Receita de Salame de Chocolate

Aqui temos uma receita simples, fácil de fazer e bem deliciosa! É um dos doces mais conhecidos da gastronomia portuguesa e, provavelmente, até já o provaste em alguma das tuas visitas a Portugal.
Vê o tutorial e depois põe mãos à obra!

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

O que é que um prédio diz ao outro?

"Pfff! Pum! Blhac!" - O teu corpo tem perfumes únicos, capazes de espantar toda a gente! - in "Visão Jr." nº165






Pode um gesto inocente do dia-a-dia desencadear um incêndio como o que imaginamos para salvar os nossos bens materiais mais queridos?

Pode um gesto inocente do dia-a-dia desencadear um incêndio como o que imaginamos para salvar os nossos bens materiais mais queridos? Parece que sim.

Pode ser uma situação que nos faz rir, talvez de tão absurda que nos parece, mas esta notícia é real e há umas quantas idênticas que podes encontrar na imprensa por esse mundo fora.

Clica na seguinte link e fica a conhecer a história:


Depois da leitura da notícia, vamos continuar neste âmbito e vamos ler uma reportagem da "Visão Júnior" nº165.

segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

"Sementes do Impossível" - Xutos&Pontapés (Banda Sonora do filme "Índice Médio de Felicidade", adaptado do livro homónimo de David Machado)

"Sementes do Impossível", da autoria do grupo de rock português Xutos&Pontapés, é a banda sonora do filme "Índice Médio de Felicidade", uma adaptação à sétima arte do romance homónimo da autoria do escritor David Machado. A sua letra capta perfeitamente o espírito da obra e ajuda-nos a melhorar os nossos conhecimentos de língua portuguesa e, quem sabe, desse grande desconhecido que é a vida...

Vê o videoclip e depois faz as atividades propostas. Presta atenção a algumas situações que te dão a conhecer mais algumas personagens para além do Daniel, essa personagem de não desiste de acreditar no futuro, ou, se quiseres, "semear o impossível"!

domingo, 28 de janeiro de 2018

Dia Mundial do Mágico (31 de Janeiro)

No dia 31 de Janeiro celebra-se o DIA MUNDIAL DO MÁGICO.
Hoje vamos fazer magia e vamos conhecer o mágico português: MÁRIO DANIEL.


Mário Daniel nasce na cidade de Peso da Régua, uma cidade que está perto do rio Douro, em 1980. Quando fez 6 anos, ofereceram-lhe uma pequena caixa de magia. Aos 12 anos começa a aprender esta arte através do livro “Magia Teatral” de Martins de Oliveira. É  licenciado em Educação Física mas sempre se dedicou à magia.

Em 2010 estreia na televisão portuguesa o programa “Minutos Mágicos” como apresentador e mágico, tendo sido líder de audiências. Iniciou em 2012 a sua digressão pelos Teatros do país com o inovador e original espetáculo "Fora do Baralho". 





Minutos Mágicos


O truque 




A solução 


Bons truques :)! 

Informação retirada de:  http://www.mariodaniel.com/ 

quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

Consegues imaginar o que é surfar uma onda de quase 40 metros?

Consegues imaginar o que é surfar uma onda de quase 40 metros? Parece uma coisa impossível, não parece? Mas, depois do pioneiro Garreth McNamara, o surfista português Hugo Vau, atleta da equipa da Mercedes, conseguiu surfar uma onda assim! Chamam-lhe uma "Big Mamma" e, segundo ele, só foi possível graças a um trabalho de grande resistência e equipa! Vamos conhecer a sua história nesta entrevista do canal de televisão português SIC.



domingo, 21 de janeiro de 2018

"Que tipo de amigo és?" (Teste da "Visão Júnior" nº164)

"Que tipo de amigo és?" é um este da revista "Visão Júnior" (uma revista super-fixe recomendada pelo "Ler +, Plano Nacional de Leitura" português) que te vai ajudar a saber o tipo de amizade que ofereces aos teus amigos! Também é uma boa forma de treinares a leitura e aprenderes novo vocabulário
Vamos a isso? Bom trabalho!


quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

David Machado

David Machado é um reconhecido escritor português, autor de vários romances e livros de literatura infantil. Já recebeu alguns prémios e no ano passado viu o seu romance "Índice Médio de Felicidade" adaptado ao cinema. 





Consulta o site http://www.revistaestante.fnac.pt/david-machado-2  e sabe mais sobre a sua vida. 


ENTREVISTA AO ESCRITOR  
Revista Estante - FNAC.






O que é para si um bom livro?
Um livro que me faz pensar. Se chegar ao final do livro e não tiver perguntas, esse livro é um livro falhado. Se só me der respostas, não serve para nada. Não preciso de respostas. Quero um livro que me dê perguntas. Acho que um livro tem sempre de ter espaço para que o leitor o preencha com as suas próprias emoções, os seus pensamentos, a sua experiência. Um livro que não deixa esse espaço não serve mesmo para nada. 


Qual foi o último livro que leu e o que achou dele?
Foi um livro de uma escritora inglesa, Ali Smith, que acho que ainda não está publicado em Portugal. Chama-se How to Be Both. Achei extraordinário. Incrível, mesmo. É uma referência a várias coisas: como conseguimos ser velhos e novos, homem e mulher dentro da mesma pessoa, estar aqui hoje e termos dentro do corpo todas as memórias e experiência dos nossos antepassados. Como conseguimos viver neste tipo de equilíbrios. E é um livro que tem muito a ver com a arte. O que é? O que vem primeiro e depois? Se olharmos para um quadro, somos nós que lhe damos sentido ou foi o pintor? É muito, muito bom. 


Costuma planear todos os detalhes do que escreve ou deixa-se levar pelo momento?
Eu penso muito antes de começar a escrever. Quando começo finalmente a escrever o texto, sei muito bem para onde quero ir. Não quer dizer que depois vá por esse caminho. Normalmente até não vou. Isso é aquilo que é mais estimulante na escrita: chegamos a lugares do nosso pensamento aos quais não chegaríamos só a pensar. A associação de palavras e a frase escrita à nossa frente normalmente despertam outro tipo de ideias. Mas quando me sento, normalmente tenho uma série de lanternas que me vão iluminando o caminho. Não quer dizer que saiba necessariamente o final da história, mas sei mais ou menos para onde é que aquilo me leva. 


Que título daria a um livro sobre a sua vida?
Só me lembro de um título que uma vez me apareceu na cabeça para um possível romance mas que eu gostava que fosse o título do livro da minha vida: Vida Mais Longa. Pelo simples facto de que queria dizer que eu ia viver muito. E eu gosto de viver.


Como lhe surgiu a ideia de Índice Médio de Felicidade?
A ideia original era escrever sobre três amigos e tinha mais a ver com o suicídio, com alguém a quem as coisas não estão a correr bem e quer desistir. Depois, à medida que fui construindo as personagens, esta questão da felicidade meteu-se porque, na verdade, é um tema que me é muito próximo há muitos anos. Acabou por se tornar um livro sobre um homem em crise em tempos de crise, o que o leva a questionar tudo: a sua própria vida, a felicidade, os planos para o futuro, a sua esperança, os seus valores e se vale a pena continuar, o que tem a ver com a ideia inicial que eu tinha. Acabou por ser um ponto de encontro entre vários temas e ideias: a felicidade, o altruísmo, a crise económica… 


Qual é a pior parte de ser escritor?
Tem a ver com a questão do retorno monetário. O nosso país é muito pequeno e as pessoas não leem tanto cá, não compram tantos livros como em outros países pequenos. Por exemplo, na Holanda vendem-se muitos livros e eles até são menos que nós. É difícil viver dos direitos de autor. Por muito que eu goste de ir falar às escolas e dar entrevistas, preferia fazer menos tudo isso e ter mais tempo para dedicar aos livros. Mas não tenho muitas queixas em relação ao meu trabalho. Adoro o que faço. Sei que sou um sortudo.


Que conselhos dá a eventuais aspirantes a escritor?
O que costumo dizer nas escolas aos miúdos é que, antes de mais, têm de ler. E têm de ler muito. Acho que há muita gente que quer e gosta de escrever, mas não lê muitos livros e não lê diferentes tipos de livros e não tenta ler livros que sejam mais exigentes do que o tipo a que estão habituados. E depois é preciso escrever muito. Há muita gente que escreve um conto ou dois e fica logo satisfeito, a pensar que poderia publicar qualquer coisa. Temos de escrever 20, 30, 40 contos. Temos de escrever três romances até acertarmos. Não fiquem satisfeitos à primeira. É importante falhar para percebermos como podemos fazer melhor.


terça-feira, 16 de janeiro de 2018

5ª Edição do Concurso Internacional de Leitura

A 5ª edição do CIL já está a decorrer na rede de Ensino Português no Estrangeiro (EPE). Terminará com a fase final a 10 de junho de 2018 em Portugal.
    
A participação na 5ª Edição do Concurso Internacional de Leitura (CIL) está aberta aos alunos que aprendem português.
O CIL insere-se no Plano de Incentivo à Leitura deste instituto  e é novamente desenvolvido em parceria com o Plano Nacional de Leitura 2027 (PNL2027) e outros parceiros, com os objetivos centrais de estimular o treino da leitura e de desenvolver competências de expressão escrita e oral.
 
Consulta o regulamento em:
 
 



As obras selecionadas para a 1ª Fase do concurso são as seguintes (podes descarregá-las através do site):
 

segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Embeiçados

Clã é uma banda portuguesa da cidade do Porto composta por seis elementos em 1992. Os Clã contam já com alguns discos editados e uma versão em espanhol da canção "Sexto andar". 



Agora descobre o significado do título da canção "Embeiçados". 




segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

"O Que faz Falta" - Projeto "Zeca Sempre"

José Afonso, mais conhecido por Zeca Afonso, ficará, para sempre, na história como o autor da canção "Grândola Vila-Morena", que, como bem sabes, serviu de senha para a revolução de 25 de abril de 1974, também conhecida como "A Revolução dos Cravos".

No entanto, a sua obra é vastíssima e, ainda hoje, é reinterpretada por vários artistas de diversos géneros musicais. Aqui temos o exemplo do projeto "Zeca Sempre", com a canção "O que faz falta". Para além do tributo à obra de Zeca Afonso, esta versão é um hino ao espírito crítico, à liberdade de pensarmos com a nossa própria cabeça e evitar que sejamos manipulados por outros a quem não reconhecemos o direito de pensar por nós!

O que faz falta malta é continuar a pensar em liberdade!