Este é o blog de português do IES Rodriguez Moñino de Badajoz! Aqui podes encontrar muitas atividades e iniciativas da relacionadas com a disciplina de língua portuguesa na nossa escola. Segue-nos através deste espaço!
terça-feira, 8 de dezembro de 2015
quinta-feira, 3 de dezembro de 2015
Clandestinos do Amor
"Clandestinos do Amor" é um tema original do filme "Os Gatos Não Têm Vertigens". É uma canção da autoria de António-Pedro Vasconcelos, o realizador deste grande filme, e interpretado pela fadista Ana Moura.
quarta-feira, 2 de dezembro de 2015
Um anúncio de Natal
Edeka, a maior rede de supermercados da Alemanha, lançou um anúncio comovente para esta quadra festiva: o Natal.
Clica na imagem e e vê com atenção.
Clica na imagem e e vê com atenção.
domingo, 29 de novembro de 2015
quinta-feira, 26 de novembro de 2015
Estória do Gato e da Lua, um filme (curtametragem) de Pedro Serrazina
"É urgente o amor" escreveu o poeta Eugenio de Andrade num famoso poema.
Hoje partilhamos convosco um filme de amor ou de desamor, depende do ponto de vista com que o interpretemos. Neste caso, não é um amor urgente mas tal vez seja irracional.
Contudo, alguém pode pensar que há qualquer coisa de racional no amor ?
Estória do Gato e da Lua, um filme de Pedro Serrazina
Sinopse: Um poema. Uma estória feita de silêncio e de cumplicidade. Luz e sombra, o apelo da noite, a lua como paixão… Esta é a estória de quem tentou tornar o sonho realidade, a estória do gato e da lua.
Ficha Técnica:
Realização: Pedro Serrazina
Argumento: Pedro Serrazina
Produtor: Jorge Neves
Ano: 1994
Género: Animação
Duração: 5’24
Realização: Pedro Serrazina
Argumento: Pedro Serrazina
Produtor: Jorge Neves
Ano: 1994
Género: Animação
Duração: 5’24
Elenco:
Joaquim de Almeida (Voz do Gato)
Joaquim de Almeida (Voz do Gato)
quarta-feira, 25 de novembro de 2015
Obrigado João (e a todos que tenho que agradecer...)
Obrigado João (e a todos que tenho que agradecer...) 25/XI/2015
Lembro-me quando descobri que a
família Afonso não se esgotava no gesto de fidelidade e inconformismo de quem
não esquece Abril. Era adolescente, como a maioria dos que estão nesta sala, e
também eu procurava um lugar no mundo. Hoje sei que o João Afonso é tão meu
como o Zeca foi, e é, dos meus pais.
Tive a sorte de crescer com esta banda
sonora familiar de dignidade pela condição humana. Fui um jovem de “Missangas”,
naveguei num “Barco Voador”, encontrei em “Zanzibar” as amizades de sempre,
descobri o lado agridoce de ter uma “Outra Vida” (e uma outra língua) e,
ultimamente, chego à conclusão que “Sangue Bom” é esse sangue arraçado que não
conhece fronteiras porque nas veias só se leva a geografia dos afectos.
Vivemos tempos desalmados. A música
do João tem alma e faz deste mundo um melhor sítio para sermos pessoas. O
sentido que tenho da vida ao som da sua voz leva-me para essas pequenas grandes
coisas: um café, a caruma dos pinhais de maresia, um burro, uma viola e um cão
convertidos num abraço peregrino na paz de Santiago.
Contar com o João Afonso aqui é poder
dizer aos meus filhos (e talvez a alguns dos meus alunos) que mesmo que
naufraguemos das estrelas sempre teremos o barco voador das nossas infâncias
para nos socorrer.
Tenho a esperança que, hoje, nesta
sala que em Badajoz fala português, fique algo mais que a língua da lusofonia.
Que fique um pedaço de tempo feito semente de que vale a pena sonhar…
Luis Leal
Problema de homens- Crónica de José Saramago com motivo do Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra as Mulheres
Problemas de homens
Vejo nas sondagens que a violência contra as mulheres é o assunto número catorze nas preocupações dos espanhóis, apesar de que todos os meses se contem pelos dedos, e desgraçadamente faltam dedos, as mulheres assassinadas por aqueles que crêem ser seus donos. Vejo também que a sociedade, na publicidade institucional e em distintas iniciativas cívicas, assume, é certo que só pouco a pouco, que esta violência é um problema dos homens e que os homens têm de resolver. De Sevilha e da Estremadura espanhola chegaram-nos, há tempos, notícias de um bom exemplo: manifestações de homens contra a violência. Até agora eram somente as mulheres quem saía à praça pública a protestar contra os contínuos maus tratos sofridos às mãos dos maridos e companheiros (companheiros, triste ironia esta), e que, a par de em muitíssimos casos tomarem aspectos de fria e deliberada tortura, não recuam perante o assassínio, o estrangulamento, a punhalada, a degolação, o ácido, o fogo. A violência desde sempre exercida sobre a mulher encontrou no cárcere em que se transformou o lugar de coabitação (neguemo-nos a chamar-lhe lar) o espaço por excelência para a humilhação diária, para o espancamento habitual, para a crueldade psicológica como instrumento de domínio. É o problema das mulheres, diz-se, e isso não é verdade. O problema é dos homens, do egoísmo dos homens, do doentio sentimento possessivo dos homens, da poltronaria dos homens, essa miserável cobardia que os autoriza a usar a força contra um ser fisicamente mais débil e a quem foi reduzida sistematicamente a capacidade de resistência psíquica. Há poucos dias, em Huelva, cumprindo as regras habituais dos mais velhos, vários adolescentes de treze e catorze anos violaram uma rapariga da mesma idade e com uma deficiência psíquica, talvez por pensarem que tinham direito ao crime e à violência. Direito a usar o que consideravam seu. Este novo acto de violência de género, mais os que se produziram neste fim-de-semana, em Madrid uma menina assassinada, em Toledo uma mulher de trinta e três anos morta diante da sua filha de seis, deveriam ter feito sair os homens à rua. Talvez 100 000 homens, só homens, nada mais que homens, manifestando-se nas ruas, enquanto as mulheres, nos passeios, lhes lançariam flores, este poderia ser o sinal de que a sociedade necessita para combater, desde o seu próprio interior e sem demora, esta vergonha insuportável. E para que a violência de género, com resultado de morte ou não, passe a ser uma das primeiras dores e preocupações dos cidadãos. É um sonho, é um dever. Pode não ser uma utopia.
No O Caderno 2, 27 de julho de 2009
domingo, 22 de novembro de 2015
Concurso Internacional de Leitura - 3ª Edição
Se gostas de ler, este é o teu concurso!!!
No âmbito do Plano de Incentivo à Leitura e com os objetivos centrais de estimular o treino da leitura e desenvolver competências de expressão escrita e oral, o Camões, I.P. promove a 3ª Edição do Concurso Interacional de Leitura (CIL) 2015/2016, cuja abertura oficial ocorreu a 5 de novembro de 2015.
O concurso está aberto aos alunos da rede de Ensino Português no Estrangeiro (EPE) que frequentem o 3º Ciclo do Ensino Básico e o Ensino Secundário e decorrerá em três fases.
Pretende-se, na 2ª fase, apurar dois alunos vencedores – um de cada nível de ensino – que virão a Portugal representar o EPE na prova FINAL, em programa da RTP, em data ainda por definir. O Camões, I.P propõe-se oferecer a viagem e o alojamento aos dois alunos vencedores da 2ª Fase e aos respetivos professores acompanhantes.
O CIL é uma iniciativa que contribui, em simultâneo, para a promoção da literatura portuguesa ou de expressão portuguesa e para o desenvolvimento de hábitos de leitura. Saliente-se que, na 2ª edição, de 2014/2015, uma das alunas representantes do EPE na FINAL recebeu uma menção honrosa pela sua participação.
São parceiros nesta iniciativa o Plano Nacional de Leitura, a Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas, a Rede das Bibliotecas Escolares e a RTP.
Para mais informações, clica AQUI.
Para mais informações, clica AQUI.
Consulta também a página do Camões - Instituto da Cooperação e da Língua
Algumas letras de canções do João Afonso (imagens e ilustrações oficiais de alguns dos seus discos) para uso estritamente pedagógico.
Aproveitando a presença do João Afonso em Badajoz, os alunos de 4º da ESO estão a trabalhar muitas das letras das suas canções, muitas da sua autoria e outras de nomes tão importantes da lusofonia como Mia Couto ou José Eduardo Agualusa.
Estes são alguns dos exemplos:
"De segunda a sexta-feira" - Quinta do Bill
Aqui temos uma canção dos "Quinta do Bill"! É um grupo muito conhecido em Portugal porque têm um estilo de música bastante ecléctico e com muitas influências de música celta. Aqui temos este tema "De segunda a sexta-feira" cantado ao vivo. É uma música com muito ritmo e, por vezes, ao ser tão rápida, um pouco difícil de entender. No entanto, com o teu material de apoio, e a ajuda permanente do teu professor, será capaz de fazer todas as atividades propostas! A letra desta canção é muito interessante e, de certeza, que te vai ajudar para falares cada vez mais, e melhor, português! Bom trabalho!
quarta-feira, 18 de novembro de 2015
segunda-feira, 16 de novembro de 2015
domingo, 15 de novembro de 2015
"Frutos" de Eugenio de Andrade
Vê o vídeo com a declamação do poema “Frutos” de Eugénio de Andrade. Está muito bem declamado e tem muito vocabulário útil! Atenção: "pêra" no plural é "peras" (sem acento circunflexo!).
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