Este é o blog de português do IES Rodriguez Moñino de Badajoz! Aqui podes encontrar muitas atividades e iniciativas da relacionadas com a disciplina de língua portuguesa na nossa escola. Segue-nos através deste espaço!
quarta-feira, 26 de novembro de 2014
"Romance Fatídico" (História da revista "Simpsons Comics" nº1)
Lê a seguinte história da família Simpson e aprende o que é que significa a expressão "ter ciúmes"! Diverte-te em português!
segunda-feira, 24 de novembro de 2014
As fotos da nossa video-conferência!!! Que fixe foi estar com os nossos colegas do outro lado do Atlântico!
Estas são as fotos da nossa video-conferência na passada quarta-feira, dia 19 de novembro, com os nossos amigos do colégio hispano-brasileiro João Cabral de Melo Neto do Rio de Janeiro!
Obrigado professora Raquel (pela reportagem fotográfica). Agora já só falta publicar as fotos da professora Catarina!
quarta-feira, 19 de novembro de 2014
Os sinais de pontuação e a família Simpson!
Lembras-te dos sinais de pontuação? Isto é só uma revisão que vale a pena prestar atenção:
(!)- Eu sou o ponto de exclamação!
(?)- Eu sou o ponto de interrogação!
(,)- Eu sou a virgula e esta é o meu primo (;) o ponto e virgula!
(-) - Eu sou um travessão!
(.)- Eu sou um ponto final. Também posso ser ponto final parágrafo quando num texto marco a mudança de parágrafo. Depois dum parágrafo o texto começa noutra linha!
(...)- Eu sou as reticências e deixo muito por dizer!
Lembras-te deste texto? Tu conhece-lo bem!
(!)- Eu sou o ponto de exclamação!
(?)- Eu sou o ponto de interrogação!
(,)- Eu sou a virgula e esta é o meu primo (;) o ponto e virgula!
(-) - Eu sou um travessão!
(.)- Eu sou um ponto final. Também posso ser ponto final parágrafo quando num texto marco a mudança de parágrafo. Depois dum parágrafo o texto começa noutra linha!
(...)- Eu sou as reticências e deixo muito por dizer!
Lembras-te deste texto? Tu conhece-lo bem!
Eu tenho uma família grande e engraçada. Somos muitos de ambos os lados da família, mas eu estou mais próximo do lado materno da minha família porque vivemos todos em Springfield.
Eu vivo com o meu pai e com a minha mãe e também com as minhas irmãs mais novas, a Lisa e a Maggie. Gostava de ter um irmão mais velho, do tipo do Krusty, o palhaço! Seria altamente!!!
Apenas tenho uma avó, do lado da minha mãe, a minha avó Jackie, e um avô, que é o meu avô Abraham, pai do meu pai.
Também tenho alguns tios. Tenho no total um tio e duas tias que eu conheço! Mas, como podem imaginar, tenho no total dezasseis primos, sete são rapazes e nove raparigas, mas a maioria eu não conheço porque são primos afastados. Eu brinco muito com a minha prima Ling.
Eu adoro a minha família, apesar dos meus pais me ralharem muito, somos uma família unida e divertida! Não a trocava por nenhuma outra família! Nem do “Family Guy”, nem do “South Park”, nem do Bob Esponja, enfim, não a trocava por nenhuma. Ou talvez trocasse o meu pai Homer…
Ensaio sobre a Cegueira, o livro de José Saramago
Excerto do livro que deu origem ao filme com o mesmo nome: Ensaio sobre a Cegueira.
"O disco amarelo iluminou-se. Dois dos automóveis da frente aceleraram antes que o sinal vermelho aparecesse. Na passadeira de peões surgiu o desenho do homem verde. A gente que esperava começou a atravessar a rua pisando as faixas brancas pintadas na capa negra do asfalto, não há nada que menos se pareça com uma zebra, porém assim lhe chamam. Os automobilistas, impacientes, com o pé no pedal da embreagem, mantinham em tensão os carros, avançando, recuando, como cavalos nervosos que sentissem vir no ar a chibata. Os peões já acabaram de passar, mas o sinal de caminho livre para os carros vai tardar ainda alguns segundos, há quem sustente que esta demora, aparentemente tão insignificante, se a multiplicarmos pelos milhares de semáforos existentes na cidade e pelas mudanças sucessivas das três cores de cada um, é uma das causas mais consideráveis dos engorgitamentos da circulação automóvel, ou engarrafamentos, se quisermos usar o termo corrente.
O sinal verde acendeu-se enfim, bruscamente os carros arrancaram, mas logo se notou que não tinham arrancado todos por igual. O primeiro da fila do meio está parado, deve haver ali um problema mecanico qualquer, o acelerador solto, a alavanca da caixa de velocidades que se encravou, ou uma avaria do sistema
hidráulico, blocagem dos travões, falha do circuito eléctrico, se é que não se lhe acabou simplesmente a gasolina, não seria a primeira vez que se dava o caso. O novo ajuntamento de peões que está a formar-se nos passeios vê o condutor do automóvel imobilizado a esbracejar por trás do pára-brisas, enquanto os carros atrás dele buzinam frenéticos. Alguns condutores já saltaram para a rua, dispostos a empurrar o automóvel empanado para onde não fique a estorvar o trânsito, batem furiosamente nos vidros fechados, o homem que está lá dentro vira a cabeça para eles, a um lado, a outro, vê-se que grita qualquer coisa, pelos movimentos da boca percebe-se que repete uma palavra, uma não, duas, assim é realmente, consoante se vai ficar a saber quando alguém, enfim, conseguir abrir uma porta, Estou cego.
Ninguém o diria. Apreciados como neste momento é possível, apenas de relance, os olhos do homem parecem sãos, a íris apresenta-se nítida, luminosa, a esclerótica branca, compacta como porcelana. As pálpebras arregaladas, a pele crispada da cara, as sobrancelhas de repente revoltas, tudo isso, qualquer o pode verificar, é que se descompôs pela angústia. Num movimento rápido, o que estava à vista desapareceu atrás dos punhos fechados do homem, como se ele ainda quisesse reter no interior do cérebro a última imagem recolhida, uma luz vermelha, redonda, num semáforo. Estou cego, estou cego, repetia com desespero enquanto o ajudavam a sair do carro, e as lágrimas, rompendo, tornaram mais brilhantes os olhos que ele dizia estarem mortos. Isso passa, vai ver que isso passa, às vezes são nervos, disse uma mulher. O semáforo já tinha mudado de cor, alguns transeuntes curiosos aproximavam-se do grupo, e os condutores lá de trás, que não sabiam o que estava a acontecer, protestavam contra o que julgavam ser um acidente de
transito vulgar, farol partido, guarda-lamas amolgado, nada que justificasse a confusão, Chamem a polícia, gritavam, tirem daí essa lata. O cego implorava, Por favor, alguém que me leve a casa. A mulher que falara de nervos foi de opinião que se devia chamar uma ambulancia, transportar o pobrezinho ao hospital, mas o
cego disse que isso não, não queria tanto, só pedia que o encaminhassem até à porta do prédio onde morava, Fica aqui muito perto, seria um grande favor que me faziam. E o carro, perguntou uma voz. Outra voz respondeu, A chave está no sítio, põe-se em cima do passeio. Não é preciso, interveio uma terceira voz, eu tomo conta do carro e acompanho este senhor a casa. Ouviram-se murmúrios de aprovação. O cego sentiu que o tomavam pelo braço, Venha, venha comigo, dizia-lhe a mesma voz. Ajudaram-no a sentar-se no lugar ao lado do condutor, puseram-lhe o cinto de segurança, Não vejo, não vejo, murmurava entre o choro, Diga-me onde mora, pediu o outro. Pelas janelas do carro espreitavam caras vorazes, gulosas da novidade. O cego ergueu as mãos diante dos olhos, moveu-as, Nada, é como se estivesse no meio de um nevoeiro, é como se tivesse caído num mar de leite.
(...)
Ao mover-se em direcção à sala de estar, e apesar da prudente lentidão com que avançava, deslizando a mão hesitante ao longo da parede, fez cair ao chão uma jarra de flores de que não estava à espera. Tinha-se esquecido dela, ou então fora a mulher que a deixara ali quando saiu para o emprego, com a intenção de colocá-la depois em lugar adequado. Baixou-se para avaliar a gravidade do desastre. A água espalhara-se pelo chão encerado. Quis recolher as flores, mas não pensou nos vidros partidos, uma lasca longa, finíssima, espetou-se-lhe num dedo, e ele tornou a lacrimejar de dor, de abandono, como uma criança, cego de brancura no meio duma casa que, com o declinar da tarde, já começava a escurecer. Sem largar as flores, sentindo o sangue a escorrer, torceu-se todo para tirar o lenço do bolso e, como pôde, envolveu o dedo. Depois, apalpando, tropeçando, contornando os móveis, pisando cautelosamente para não enfiar os pés nos tapetes, alcançou o sofá onde ele e a mulher viam a televisão. Sentou-se, pôs as flores em cima das pernas, e, com muito cuidado, desenrolou o lenço. O sangue, pegajoso ao tacto, perturbou-o, pensou que devia ser porque não podia vê-lo, o seu sangue tornara-se numa viscosidade sem cor, em algo de certo modo alheio que apesar disso lhe pertencia, mas como uma ameaça de si contra si mesmo."
terça-feira, 18 de novembro de 2014
segunda-feira, 17 de novembro de 2014
"Os Simpsons: O Filme" - (Trailer em português do Brasil)
“Os Simpsons, O Filme” tornou-se um verdadeiro fenómeno mundial, tal como a família que, há mais de 20 anos, se senta connosco nos nossos sofás e nos diverte com as suas aventuras e desventuras. Este filme, um dos maiores sucessos de bilheteira internacionais da história do cinema, traz-nos uma hilariante aventura em que o pai da família, Homer Simpson, tem de salvar a sua esposa Marge e os seus filhos Bart, Lisa e Maggie e, também, toda a cidade de Springfield de uma catástrofe que ele próprio criou.”
Manuel António Pina
Na aula de hoje, a propósito da leitura, recordámos o jornalista e escritor Manuel António Pina que celebraria 71 anos amanhã se fosse vivo.
Aqui fica o texto.
Uma vida de
aventuras
O meu nome é Manuel António Pina. Nasci numa terra com um
grande castelo, nas margens de um rio onde, no Verão, passeávamos de barco e
nadávamos nus. Chama-se Sabugal e fica na Beira Alta, perto da fronteira com
Espanha. Quando era pequeno, olhava para o mapa e pensava que, por um
centímetro, tinha nascido em Espanha.
Mais tarde descobri que as fronteiras são linhas inventadas
que só existem nos mapas. E que o Mundo é só um e não tem linhas a separar uns
países dos outros a não ser dentro da cabeça das pessoas.
A verdade é que, por causa da profissão de meu pai, vivi
(depois de ter nascido, antes não me lembro…) em muitas diferentes terras e,
por isso, não tenho só uma terra, tenho muitas. Uma delas é o Porto, onde vivi
mais tempo do que em qualquer outra, onde nasceram as minhas filhas e onde
provavelmente morrerei um dia.
Como fui durante muitos anos jornalista, mais de trinta,
viajei um pouco por todo o Mundo, da América ao Japão, da China ao Brasil, da
África ao Alaska. E como sou escritor tenho viajado também por dentro de mim
mesmo. E por dentro das palavras. Assim, apesar de ter nascido numa terra com
um grande castelo, nas margens de um pequeno rio, não pertenço a lugar nenhum,
ou pertenço a muitos lugares ao mesmo tempo. Alguns desses lugares só existem
na minha imaginação. Porque a imaginação, descobri-o também, é o modo mais
fantástico que há de viajar.
De facto, os lugares mais distantes e mais belos onde eu
alguma vez estive não vêm nos mapas. Quando tinha a tua idade, viajei pelo
fundo dos mares, e desci ao centro da Terra, e fui à Lua, e aos pólos, e ao
passado, e ao futuro, dentro dos livros de Júlio Verne, de Jack London, de
Emílio Salgari. À noite, quando todos se iam deitar e a casa silenciosamente
adormecia, partia eu para as mais emocionantes aventuras, às vezes só
regressando já de madrugada. Combati nos mares do Sul contra piratas e
flibusteiros ao lado de Sandokan; persegui Moby Dick, a baleia branca, no
tempestuoso barco do Capitão Acab; desci o Mississipi na jangada de Huckleberry
Finn; cacei búfalos nas imensas pradarias do Oeste; e, com Tintin fui preso e
condenado à morte em Chicago, na China, nos Andes, e salvei-me sempre no último
momento, e com ele e com o Capitão Haddock, e com a cadela Milou, perdi-me nas neves
do Tibet e nos desertos da Arábia, e fui à Lua e voltei…
Como vês, tenho tido uma vida emocionante e aventurosa.
Hoje lembro-me das grandes viagens e das aventuras que todas as noites
começavam no meu quarto e tenho medo de não ser já capaz de vencer tantos
perigos e tantas emoções. De qualquer maneira, continuo a ter livros na mesa de
cabeceira, e quando saio de casa gosto sempre de levar um comigo. Porque me
pode apetecer voltar a partir…
Fonte: http://www.nonio.uminho.pt/netescrita/autores/mpina.html
Consultado a 17 de novembro de 2014
quarta-feira, 12 de novembro de 2014
A nossa excursão de ciências da natureza na localidade mais portuguesa de Espanha… Olivença!
No dia 12 de novembro de 2014 algumas turmas do 2º ESO da escola secundária Rodríguez Moñino de Badajoz rumaram até Olivença para conhecerem a localidade e o seu museu etnográfico.
Em Olivença, graças ao seu passado português (durante mais de 500 anos foi portuguesa), é muito fácil encontrar coisas escritas em português (as ruas têm dois nomes, um em português, outro em espanhol) e gente que fala a língua que estamos a aprender na nossa escola.
Mas o mais interessante foi a visita e “workshop” de rochas e minerais dinamizada pelo nosso amigo José Antonio Carnerero, um autêntico mestre das pedras! Foi muito interessante e até acabámos a manhã como na idade da pedra: a desenhar pinturas rupestres!!!
Os alunos de português e os alunos do projeto “Batas Brancas”!
Mais da lenda de S. Martinho... (1ºESO)
Aqui
tens as imagens da história da lenda de S. Martinho. Estão desordenadas. Qual
seria a sequência correta? Ordena-a e coloca as letras das vinhetas por ordem.
segunda-feira, 10 de novembro de 2014
domingo, 9 de novembro de 2014
A minha família e a minha árvore genealógica! (2ºESO)
Aprende a família em português e aproveita e faz no teu caderno a tua árvore genealógica. Não te esqueças de dizer “quem é quem”! Por exemplo: o meu avô João.
Bom trabalho!
domingo, 2 de novembro de 2014
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